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Stephan Tillmans

Stephan Tillmans é um fotógrafo alemão que ganhou o prêmio de ouro em fotografia abstrata no International Photography Awards de 2012. Em seu artigo Freunde Von Freunden, Tillmans relata ter tido sua ideia original de fotografar o momento em que uma televisão antiga é desligada, como o colapso da imagem, e que ninguém é capaz de adivinhar o que suas fotos são, antes de saberem sobre seu processo. Segundo o artista, ele gosta desse mistério, mesmo que até tirar uma foto boa para sua coleção possa ser um processo trabalhoso e de longa duração.


A foto foi escolhida por manter bem o ar de mistério que Tillmans diz gostar em suas obras, como também se diferenciar das outras como uma figura mais vertical, e completamente em preto e branco, se destacando de outras como uma foto única, que não precisa de sua coleção para parecer completa.

Man Ray

Emanuel Radnitzky conhecido como Man Ray, nascido em 1890 na Filadélfia, foi uma figura importante no dadaísmo americano e no surrealismo parisiense. Com a fotografia, a pintura  e o cinema difundiu a sua arte, que rompeu com os padrões clássicos da época.

              

A foto escolhida tem uma estética interessante que utiliza da imagem humana (da mulher), e tem um foco grande nas curvas da silhueta da moça. E brincando com essas curvas ele coloca desenhos de um instrumento musical (violino), o representando. O que chama atenção nessa obra é o poder de crítica social que é perceptível sem muitas explicações: a objetificação das mulheres. 

Essa obra foi feita em tons de preto, branco e cinza e como disse anteriormente, o principal foco dela é a imagem feminina e suas curvas relacionadas com um instrumento também curvo, que dá a ideia de objetificação.


Annita Leibovitz



Annie Leibovitz, nascida no dia 2 de outubro de 1949 nos Estados Unidos, é uma fotógrafa que começou sua carreira por volta dos anos 1960, seguindo o que ela chamou de “Estética do Acaso”, sem grandes produções ou conceitos estéticos específicos, apoiando-se em fotos em preto e branco. 

Com a evolução da carreira, se tornaria conhecida como grande retratista de figuras públicas, ao iniciar sua carreira na revista Rolling Stone, em 1970. Trabalhou muito com ensaios para revistas de moda, reportagens jornalísticas e campanhas publicitárias, acreditando que seria possível trabalhar em revistas e ainda manter um estilo individual de captura das imagens.

Tecnicamente, sua marca registrada aparece como o uso das cores primárias, mistura de fontes de luzes artificiais e naturais nas composições e poses impactantes.


A escolha da foto para atividade se deu pensando no encontro entre aspectos de início da carreira, como o fator intimista dos retratos e a escolha por trabalhos em preto e branco, e da carreira mais atual, focando também no trabalho das luzes e na sombras da imagem.

Pierre Verger



Na fotografia é  trabalhado um jogo de luz e sombras intensificando a fluidez dos elementos nela presente. 

Tende-se com a fotografia de Pierre sentir movimento na imagem pela fluidez  trabalhada com a sombra e luz que sobressaem os tecidos das velas. 

O movimento do Porto é retratado pois pierre gostaria de transparecer a empatia imediata pelo povo da cidade. Retrata a beleza dos homens e mulheres que realizam a dinâmica do Porto, como se nós aproximasse deles à procura de entender suas histórias e tradições.  A partir daí, a relação com a fotografia se modifica e aborda a curiosidade do expectador.

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